Eu gosto de gente e do calor lá fora,
eu gosto da sensação quase poética de começos e fins.
O sol entrando pela janela anuncia o início de uma nova era,
as cores tão atenuantes apenas mostram o tempo que perdemos
por pura falta de atenção.
Eu gosto do amanhecer, do anoitecer também.
Gosto da libélula pousando na flor,
das abelhas inventando um novo sabor.
O arco-íris sob a Terra,
a chuva de quase inverno.
Chocolate quente e biscoitos à beira da lareira.
Olho pela janela, com olhar de feiticeira,
procuro por você, mas não vê.
Será que demora?
Não vejo a hora de logo te ver.
Iohanny Mayã Alves Lima.


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